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<p class="wp-block-paragraph">Os bastidores políticos do <strong>Vasco da Gama</strong> ferveram nesta sexta-feira (25). Após o presidente <strong>Pedrinho</strong> acusar seu antecessor, <strong>Jorge Salgado</strong>, de ter perdido uma chance de ouro para retomar o controle da SAF, o ex-mandatário veio a público. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele não apenas negou a acusação como também devolveu a culpa para o próprio <strong>Pedrinho</strong>, em uma intensa troca de farpas.</p>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h2>Leia mais:</h2><nav><ul><li class=""><a href="https://omeuvascao.com.br/pedrinho-desabafa-expoe-caos-no-vasco/">Pedrinho desabafa, expõe caos no Vasco e pede compreensão: ‘NÃO VOU SACANEAR O TORCEDOR’</a></li></ul></nav></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="presidente-culpa-gestao-anterior-por-chance-perdida"><strong>Presidente do Vasco culpa gestão anterior por chance perdida</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante sua entrevista coletiva, <strong>Pedrinho</strong> afirmou que, em 2023, <strong>Jorge Salgado</strong> poderia ter acionado uma cláusula para recomprar as ações da <strong>777 Partners</strong> por apenas R$ 1 mil. Isso teria acontecido após um atraso no aporte da empresa. Ele declarou: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&#8220;O ex-presidente poderia com R$ 1 mil depositar e ter as ações que não foram integralizadas de volta. Com isso o clube voltaria a ser majoritário. Ele não exerceu isso.&#8221;</em></strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A fala de <strong>Pedrinho</strong> sugere que seu antecessor se omitiu no momento mais crítico da relação com a empresa norte-americana.</p>



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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img src="https://omeuvascao.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-70.png" alt="" class="wp-image-742"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Pedrinho acusou Salgado por contrato com a 777 Partners &#8211; Foto: Reprodução</em></strong></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading" id="ex-presidente-se-defende-e-contra-ataca"><strong>Ex-presidente se defende e contra-ataca</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta de <strong>Jorge Salgado</strong> foi imediata e contundente. Em contato com o portal <strong><em>ge</em></strong>, ele foi claro. &#8220;<strong><em>Não é verdade</em></strong>&#8220;, disse o ex-presidente. Ele explicou que o contrato o obrigava a dar 30 dias para a <strong>777</strong> pagar, o que a empresa fez, impedindo a manobra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, <strong>Salgado</strong> devolveu a acusação na mesma moeda. Segundo ele, <strong>Pedrinho</strong> é quem jogou fora a oportunidade. Ele afirmou: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&#8220;Quem jogou fora a oportunidade de recomprar as ações (&#8230;) foi ele próprio ao decidir romper unilateralmente o contrato três meses antes da data de vencimento do aporte.&#8221; </em></strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para <strong>Salgado</strong>, bastava esperar o calote que viria em setembro de 2024 para agir, sem precisar da briga judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a declaração completa do ex-presidente Jorge Salgado:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Com relação à entrevista coletiva concedida pelo presidente Pedrinho ontem, 24/7, entendo serem necessários os seguintes comentários a fazer:</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>1.Não é verdade que eu, enquanto presidente, teria tido a oportunidade de exercer a compra das ações não integralizadas da Vasco SAF por 1 mil reais, por um suposto não pagamento de um aporte da 777 Partners, e que teria decidido não o fazer.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>2.No período em que presidi o clube, a 777 fez todos os aportes previstos em contrato. Em setembro de 2023, a 777 atrasou o pagamento do aporte previsto para aquele mês, o que ensejou uma notificação formal do CRVG iniciando o procedimento que poderia levar à compra das ações não integralizadas por 1 mil reais. O contrato estabelecia que após a notificação, caso a situação não fosse remediada pela 777 em 30 dias, o CRVG poderia efetivamente exercer a compra por 1 mil reais. Imediatamente após a notificação, a 777 pagou o valor do aporte, com juros de mora, impossibilitando a recompra das ações pelo CRVG naquele momento.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>3.É importante ressaltar que o contrato também só permitia que o prazo de 30 dias para a remediação de atraso de pagamento fosse exercido por uma única vez. Isso significa que em qualquer outro inadimplemento da 777 o CRVG poderia exercer de imediato a compra das ações não integralizadas por 1 mil reais.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>4.Ao contrario do que disse o atual presidente, na verdade quem jogou fora a oportunidade de recomprar as ações não integralizadas da Vasco SAF por 1 mil reais foi ele próprio ao decidir romper unilateralmente o contrato três meses antes da data de vencimento do aporte de R$ 300 milhões no início de setembro de 2024. Como aquela altura já eram públicas as dificuldades financeiras da 777 Partners, bastava aguardar a data de vencimento do aporte e exercer a compra no dia seguinte, sem correr os riscos reputacionais, econômicos e jurídicos decorrentes litígios e arbitragens imprevisíveis e infindáveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>5.A narrativa de que &#8220;a gente entrou com a ação para justamente para proteger o Vasco de cair numa massa falida como vocês viram aí&#8221; também não se sustenta na realidade. No caso de falência da 777 Partners, as únicas ações com risco de arresto por credores seriam os 31% já integralizados e pagos pela 777. Neste caso o CRVG estaria no controle da empresa com 69% do capital social. O contrato, que se tornou público pelo processo judicial, previa também uma cláusula de drag along, que obrigava a 777 Partners, ou seu sucessor, a vender suas ações nas mesmas condições acordadas pelo CRVG com o futuro investidor da Vasco SAF. Um quadro que facilitaria a atração de novos investidores, se fosse esse o desejo da atual diretoria&#8221;.</em></p>



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<figure class="aligncenter size-full"><img src="https://paponacolina.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Jorge-Salgado.webp" alt="Jorge Salgado, ex-presidente do Vasco" class="wp-image-67984"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Jorge Salgado é o presidente do Vasco que fez o acordo com a 777 Partners &#8211; Foto: Lance!</em></strong></figcaption></figure>
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