As tratativas para definir o futuro da SAF do Vasco da Gama esbarraram em uma questão matemática complexa. Informações trazidas pelo canal NT Vascaínos revelam que a A-CAP rejeitou uma proposta de R$ 150 milhões feita pelo clube para resolver a questão acionária.
A postura rígida da empresa norte-americana sinaliza que eles não estão dispostos a sair do negócio no prejuízo, utilizando a própria recuperação do Vasco como argumento para inflacionar a pedida.
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O principal entrave é o histórico de investimentos. A A-CAP sustenta que o valor de mercado do clube hoje é superior ao de 2022/2023. Naquela época, a 777 Partners (cujos ativos foram herdados pela seguradora) realizou um aporte de R$ 310 milhões visando a compra de 70% das ações.
A seguradora utiliza como justificativa o reconhecimento do trabalho que vem sendo feito em São Januário. Para a A-CAP, o Vasco vive hoje “uma outra realidade esportiva e financeira“. Essa estabilidade, somada a melhores resultados em campo, teria feito o preço das ações subir, e não descer.
Portanto, a lógica dos americanos é simples: se investiram mais de trezentos milhões quando o clube estava em baixa, não faz sentido aceitar cento e cinquenta milhões agora que o ativo está valorizado.
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Diretoria usa arbitragem da FGV como trunfo
Com a distância grande entre o que o Vasco oferece (R$ 150 milhões) e o que foi investido no passado (R$ 310 milhões), cria-se um impasse. As negociações continuam na mesa, mas sem qualquer previsão ou prazo definido para um desfecho, exigindo paciência da torcida e criatividade da diretoria para chegar a um denominador comum.
Vale lembrar que, apesar da postura firme da A-CAP, existe uma arbitragem em curso na Fundação Getulio Vargas (FGV) que pode mudar drasticamente esse cenário.
Se o processo seguir até o fim e for comprovado o inadimplemento contratual grave da antiga 777 Partners (origem das ações), a seguradora corre o sério risco de “ficar sem nada” ou ter que devolver as ações por um valor simbólico, perdendo todo o poder de barganha que tenta exercer agora. Portanto, recusar os R$ 150 milhões pode ser uma aposta arriscada dos americanos diante de uma possível derrota jurídica iminente.
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