O Vasco da Gama começou 2026 vencendo e convencendo no ataque, mas a coletiva de Fernando Diniz após o 4 a 2 sobre o Maricá serviu para colocar os pés no chão quanto à defesa e, principalmente, para tentar blindar o elenco da perda de seu maior talento. O treinador foi enfático ao comentar a situação de Rayan, alvo de uma oferta de 35 milhões de euros da Inglaterra, classificando o jogador como “insubstituível” neste momento.
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O apelo pela permanência
Diniz usou argumentos emocionais e financeiros para defender a continuidade do atacante. Ele afirmou que, se Rayan fosse seu filho, o conselho seria “jamais sair do Vasco nesse momento“. Para o técnico, o jovem vale mais do que as cifras apresentadas e tem teto para ser um dos melhores do planeta.
“Ele vale mais do que o que está sendo negociado. Depois do jogo de hoje já valeria dois ou três milhões a mais (…) No final do ano, ia sair novo, mais experiente, muito provavelmente com convocação para a Seleção Brasileira.”
Questionado sobre os dois gols sofridos pelo Vasco e se a estatura de uma futura dupla de zaga (Carlos Cuesta e Saldivia) seria um problema, Diniz foi didático. Ele rejeitou a tese de “zaga baixa“, comparando seus defensores a Sergio Ramos e ressaltando que impulsão e agressividade são mais importantes que centímetros.
Os erros, segundo ele, foram de concentração e leitura de jogo. No primeiro gol, houve demora para abafar o escanteio curto e sair da área (linha de impedimento). No segundo, o time ficou “dentro da pequena área” e deixou o adversário livre.
“Acho que o time fez uma partida muito boa, com alguns vacilos que a gente não pode cometer.”
Pensando na sequência do estadual, o treinador confirmou que o torcedor verá novidades no próximo compromisso. Contra o Nova Iguaçu, no domingo, a “tendência natural” é que haja bastante mexida na escalação para preservar a parte física do grupo. Sobre reforços, Diniz elogiou o colombiano Hinestroza, mas garantiu que “por enquanto não há nada“.