A notícia de que a CBF poderia barrar a venda da SAF do Vasco para o enteado de Leila Pereira assustou a torcida, mas a diretoria segue firme e forte no propósito. Segundo o jornalista Lucas Pedrosa, o clube se sente “confortável juridicamente” para continuar as negociações com Marcos Faria Lamacchia e o negócio tem tudo para sair ainda este ano.
O Vasco entende que o alerta da CBF foi informal e que, na letra fria da lei, não há impedimento. O motivo? Marcos não tem laços de sangue com a presidente do Palmeiras. Ele é enteado, o que abre margem para interpretações favoráveis ao negócio.
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“Ele tem grana suficiente” (e não é da Crefisa)
Um detalhe importante trazido pelo Pedrosa é a origem do dinheiro. Muita gente acha que o Marcos Lamacchia compraria o Vasco com o dinheiro da madrasta, mas não é bem assim. Ele é herdeiro de José Lamacchia, mas também vem da família de Aloysio Faria, o dono do império do Banco Real e Banco Alfa, como explicou o jornalista:
“Ele tem grana o suficiente para poder fazer. […] É filho da Júnia e é a família que criou o Banco Real.”
Ou seja, apesar de ter sido apelidado de “crefiso“, Marcos tem capital próprio bastante elevado e independente de quaisquer ligações financeiras com Leila Pereira ou a Crefisa.
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Venda encaminhada para 2026
As conversas não pararam. Pelo contrário, estão em estágio de discussão de documentos e assinaturas. O clima é de otimismo total em São Januário. Pedrosa foi direto ao ponto na sua live:
“É muito difícil, mas muito difícil que o Vasco não concretize essa venda nesse momento, na temporada, em 2026.”
Portanto, vascaíno, pode manter a esperança. A gestão Pedrinho tem boa relação na CBF e argumentos jurídicos na manga. A SAF tem tudo para ter um novo dono muito em breve.
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