O Vasco segue ativo no mercado da bola, mas a ordem em São Januário é fechar o cofre para grandes compras. A diretoria trata a contratação de um volante como prioridade nesta reta final de janela de transferências, que fecha no dia 3 de março. Contudo, o orçamento está limitado.
A estratégia traçada pelo departamento de futebol é clara: mapear nomes que possam chegar por empréstimo ou que estejam livres no mercado após fim de contrato.
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Perfil definido: titularidade, não composição
Mesmo com a restrição financeira, o clube não busca um jogador apenas para fazer número no elenco. O objetivo é encontrar um atleta que chegue com condições reais de disputar a titularidade no meio-campo do técnico Fernando Diniz.
A tarefa de achar um jogador deste nível sem custos de aquisição, no entanto, é complexa. Com poucas opções que se encaixem na necessidade do clube, Admar Lopes terá que fazer “mágica” mais uma vez.
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Onde o dinheiro foi investido e a redução da folha
A falta de verba para novas compras se justifica pelos movimentos agressivos feitos até aqui. O Vasco já anunciou seis reforços (Alan Saldivia, Johan Rojas, Brenner, Marino Hinestroza, Cuiabano e Spinelli). Além disso, realizou desembolsos significativos para manter peças-chave: exerceu a opção de compra de Andrés Gómez por cerca de R$ 30 milhões (4,5 milhões de euros) e pagou R$ 9,7 milhões (1,5 milhão de euros) para ampliar o empréstimo do zagueiro Carlos Cuesta.
Em contrapartida aos gastos, a diretoria conseguiu reduzir a folha salarial com a saída de 15 atletas, incluindo o centroavante Pablo Vegetti, que tinha um dos maiores vencimentos do grupo e foi para o Cerro Porteño. O atacante GB foi o 16º a deixar a Colina, com o empréstimo para o Fortaleza.
Atualmente, a folha do elenco profissional gira em torno de R$ 16 milhões, com o custo total mensal do departamento de futebol chegando a cerca de R$ 18 milhões.
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