A torcida pede mudanças, os números são ruins, mas Fernando Diniz continua prestigiado internamente. A explicação para a permanência do treinador no Vasco, mesmo após o pior início de Brasileirão desde 2019, passa diretamente pelo planejamento de mercado.
Segundo o jornalista Rod Silvério, e confirmada por O Meu Vascão, a demissão é vista pela diretoria como um atestado de “falta de convicção“, já que todo o projeto esportivo para 2026 foi desenhado com base na presença de Diniz.
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O peso das contratações e a saída de Rayan
O treinador não é apenas o comandante de campo; ele foi um agente ativo nas contratações. Com a saída impactante de Rayan, que deixou uma lacuna técnica difícil de preencher, o Vasco precisou se movimentar. As chegadas de Claudio Spinelli, Marino Hinestroza e Brenner fazem parte de um pacote de reforços aprovado e, em alguns casos, negociado com a ajuda do técnico.
Para a cúpula do futebol, demitir Diniz agora seria jogar fora a lógica da montagem do elenco. A avaliação é de que o time passa por uma reformulação ofensiva necessária e que o treinador precisa de tempo para fazer as novas peças funcionarem.
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Corda esticada, mas não rompida
Embora Diniz não esteja ameaçado de queda imediata, o sinal de alerta continua ligado. A diretoria entende que a pressão externa é grande e que o respaldo técnico tem limite. O jornalista aponta que, para o cenário mudar e a demissão virar pauta, seria necessária uma sequência maior de derrotas.
No momento, a aposta é na continuidade, mas com a exigência clara de que os resultados precisam aparecer rapidamente para que a situação não se torne insustentável em São Januário.
O Vasco volta a campo na próxima quinta-feira (26) contra o Santos, na Vila Belmiro, em mais uma tentativa de dar a volta por cima no Campeonato Brasileiro.
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