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Técnico do Vasco explica novo capitão e cita aspas de pacto com a torcida

Em coletiva, novo comandante Cruzmaltino justificou suas escolhas para o confronto

O desabafo aliviado após o apito final expôs os bastidores da virada histórica no Rio de Janeiro. O treinador Renato Gaúcho avaliou o triunfo do Vasco por 2 a 1 sobre o Palmeiras, garantido nesta quinta-feira (12), no gramado de São Januário.

O resultado encerrou o jejum no Campeonato Brasileiro e tirou a agremiação da incômoda lanterna do torneio sob a liderança do novo chefe.

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O resgate mental e a postura da equipe

O comandante destacou a entrega absoluta dos atletas para superar a desvantagem criada pelo gol de Flaco López:

“Quando terminou o jogo muitos jogadores se jogaram no chão exaustos. Às vezes não é só o cansaço físico, mas sim o psicológico. Não está tudo bem, vamos continuar tendo problemas, mas foi importante a vitória diante desse poderoso Palmeiras para elevar o moral.”

O impacto das arquibancadas norteou o discurso do treinador, que relembrou o pacto feito com o elenco de profissionais:

“Hoje o Vasco virou um jogo em São Januário e não virou qualquer jogo, não. Viramos O jogo. O torcedor foi fundamental pela postura do nosso time dentro do campo. Eu falei para eles: se vocês se entregarem e demonstrarem vontade, o torcedor não vai vaiar.”

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A revolução tática e as escolhas difíceis

A escalação de três volantes de contenção rendeu explicações diretas do estreante:

“Pelo momento que o Vasco estava atravessando e pelo lugar no Brasileirão, não adianta se desesperar, tem que começar a corrigir lá atrás. O que é corrigir lá atrás? É não dar tantas oportunidades para o adversário.”

O técnico também justificou atitudes impopulares, como a saída de Lucas Piton no intervalo e a retirada da braçadeira do goleiro Léo Jardim

“O Piton estava bem no jogo, conheço o Cuiabano e tirei o Piton para preservá-lo. Sobre o capitão, eu conversei com o Léo Jardim. Respeito o Léo, vai continuar sendo um líder, mas o meu capitão tem que estar em campo.”

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