O barril de pólvora explodiu no túnel do Mineirão após o frenético empate por 3 a 3 entre Cruzeiro e Vasco neste domingo (15). O presidente cruzmaltino Pedrinho não suportou os erros cometidos nas quatro linhas e partiu para o confronto verbal direto contra o árbitro Lucas Paulo Torezin, gerando um tumulto generalizado que exigiu a intervenção drástica da autoridade local.
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O mandatário da agremiação carioca precisou ser contido à força pela própria equipe de segurança vascaína para não agredir os responsáveis pela condução do duelo válido pelo Brasileirão. O dirigente cercou os membros do apito no caminho para os vestiários e justificou a sua fúria com uma cobrança absolutamente direta:
“Inacreditável o que você fez hoje. Dois pênaltis…”
O empurra-empurra provocado pelas graves reclamações forçou os agentes da Polícia a usarem spray de pimenta para dispersar a multidão enfurecida. O forte gás tóxico ultrapassou as barreiras físicas do corredor e invadiu a zona mista do estádio, causando enorme desconforto e tosse nos profissionais de imprensa e nos jogadores de Vasco e Cruzeiro que concediam entrevistas exclusivas no local.
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Clima hostil e expulsão de auxiliar
O roteiro de grandes confusões teve início nos minutos finais do tempo regulamentar. O banco de reservas visitante tentou amarrar o andamento da partida e jogou uma segunda bola no gramado de forma proposital. A tática de anti-jogo paralisou o confronto e obrigou o juiz a expulsar sumariamente um dos membros da comissão técnica chefiada pelo experiente treinador Renato Gaúcho.
A temperatura do embate atingiu o nível máximo logo após o apito final soar na capital mineira. O árbitro Lucas Paulo Torezin se viu imediatamente cercado por um enorme bolinho de atletas indignados das duas instituições e precisou distribuir diversos cartões punitivos para evitar pancadaria física no centro do gramado, pavimentando o caminho para a confusão presidencial que tomaria os corredores logo na sequência da noite.
Por fim, o Cruz-Maltino solicitará oficialmente à CBF e à Comissão de Arbitragem os áudios do VAR nos lances envolvendo Andrés Gómez, Tchê Tchê e Robert Renan. Segundo o perfil Podcast Cruzmaltino, o clube quer entender por que as penalidades não foram marcadas e por qual motivo o árbitro não foi chamado para revisão no monitor.
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