O Vasco da Gama vive dias de grande tranquilidade e otimismo após a chegada do técnico Renato Gaúcho, responsável direto por comandar uma verdadeira arrancada no torneio nacional, e que abriu o jogo durante uma entrevista exclusiva concedida ao portal ge e ao canal sportv.
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O apelo por reforços na pausa da Copa do Mundo
O elenco se reapresentou no centro de treinamento na quarta-feira (25) embalado por uma invencibilidade de muito peso, e o comandante relatou o assédio positivo das arquibancadas cariocas, mas exigiu foco total no trabalho:
“Vou à praia, e a torcida não me deixa em paz, me abraça, beija, chora (risos). Torcedor é assim. Mas, calma, gente. A gente precisa trabalhar bastante ainda. Estou bem com os pés no chão”.
A análise interna da comissão técnica aponta que o atual grupo de jogadores do Vasco é pequeno demais para encarar a maratona brutal de competições que se aproxima no calendário nacional e internacional.
O treinador estabeleceu a janela de transferências do meio do ano, que coincidirá perfeitamente com a paralisação global para a Copa do Mundo, como o momento absolutamente crucial para a diretoria investir pesado no mercado e suprir as profundas carências mapeadas no elenco cruz-maltino.
O profissional detalhou as conversas diárias que possui com o alto comando administrativo do clube sobre a necessidade de elevar o patamar técnico do time para suportar os 17 confrontos decisivos até o término do mês de maio (31):
“Converso bastante com o Pedrinho e com a diretoria. Nessa parada durante a Copa do Mundo, na abertura da janela, a gente precisa de reforços para a gente pensar ainda maior. E querer algo nessas competições que a gente vai disputar. Tenho 24 jogadores, com três garotos da base. O nosso grupo está muito reduzido, e a gente quer trazer jogadores que vão nos ajudar”.
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A receita mágica da motivação e da entrega tática pro Vasco
A drástica mudança de cenário do Vasco, que saltou da última colocação direto para o nono lugar geral, tem raízes profundas no forte trabalho psicológico desenvolvido pelo novo treinador, que também não buscará contratações paliativas até esta sexta-feira (27).
O comandante explicou o resgate da auto-estima sem apontar os erros cometidos pelo seu antecessor direto no cargo:
“Não quero entrar em mérito de como encontrei o grupo porque têm pessoas que vão achar que estou fazendo críticas ao trabalho do Diniz e não tenho nada a ver com o trabalho do Diniz. Gosto e me dou bem com ele. Não tivemos tempo para treinar e pegamos sequência de times que vão brigar lá em cima, Palmeiras, Cruzeiro, fluminense e o Grêmio. Conversei, tive uma ideia e coloquei na cabeça deles que precisavam jogar com confiança e entrega. Foi o tal do ‘tesão’”.
O discurso motivacional pautado na entrega incondicional da equipe foi o grande motor responsável por assegurar a impressionante marca recente de aproveitamento de pontos contra times muito bem estruturados na primeira divisão. Ele revelou o pacto firmado com os atletas do elenco do Vasco dentro do vestiário para superar a crise:
“Falei: ‘não tem torcedor que vai vaiar se vir o time se entregando e correndo, pegando, pode ter certeza’. O Vasco tinha quatro jogos e um ponto. É difícil fazer um ponto de 12, a conta vai chegar lá na frente. Toda rodada é difícil. O Brasileiro é o mais difícil do mundo. Fizemos 10 pontos de 12 contra esses quatro grandes”.
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