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Reta final na Vasco SAF! Professor detalha passos de Lamacchia para comprar o Gigante da Colina

Especialista destrinchou os principais pontos a serem solucionados pelas partes

O avanço na venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco da Gama ganhou uma minuciosa análise jurídica nesta semana. O advogado e professor de Direito Empresarial, José Humberto, utilizou a sua plataforma de comunicação para dissecar a atual fase das negociações cruz-maltinas, ressaltando que o empresário Marcos Lamacchia assumiu de vez a frente das tratativas para fechar a complexa operação de R$ 2 bilhões.

O especialista frisou que o projeto envolve a assunção integral das pesadas dívidas tributárias e da rigorosa Recuperação Judicial que protege as contas do CRVG.

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Alinhamento do Fair Play e as aspas do professor

O último grande degrau para a assinatura final dos memorandos de entendimento e do repasse definitivo das ações esbarra burocraticamente nas regras de controle implementadas no cenário esportivo. 

Como o investidor é membro da família da mandatária do Palmeiras, o seu corpo jurídico foi à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) buscar alternativas sólidas que viabilizem a transação milionária sem infringir as normativas vigentes sobre o cobiçado fair play financeiro, tentando amarrar um formato de negócio seguro antes de transferir o pesado montante financeiro para a conta da agremiação carioca.

O professor detalhou o nível de cautela exigido por essa operação bilionária e destacou a postura proativa da diretoria para não correr riscos nos tribunais: 

“Os representantes do Marcos Lamacchia estão tratando com o órgão regulador da CBF para que esse fairplay financeiro seja, esclarecido. ajustado e não inviabilize os objetivos dentro da SAF. Isso quer dizer: ‘nós não vamos atropelar, fazer do jeito que nós queremos, assinar esse contrato sem ter uma posição preliminar do que acontecerá lá no órgão regulamentador.”

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A aposta no mês de maio e o fundo cego de investimentos

Para driblar o veto do sistema regulatório e assegurar o aporte de capital no Gigante da Colina, o mecanismo administrativo mais provável é a instituição momentânea de um fundo cego de investimentos. 

O especialista explicou como a manobra protetiva funcionaria na rotina do departamento de futebol vascaíno para manter a conformidade: 

“Um blind trust…ele compra mas sem poder de gestão e decisão. Isso vai acontecer depois que encerrar o mandato da Leila Pereira lá no Palmeiras, que é em 2027. Até lá, ele não teria esse poder, esse controle. Então nós não teremos uma restrição no fairplay.”

Com o contrato plenamente costurado no que diz respeito às pesadas dívidas, e o litígio primário com a 777 Partners sendo equacionado com um acordo estimado entre R$ 60 milhões e R$ 90 milhões, o jurista aposta com veemência que a batida do martelo ocorrerá até o final de maio (31). 

O analista revelou a sua enorme empolgação com o parceiro comercial que está desembarcando nas instalações de São Januário

“Vem um grande investidor sério que gosta do Vasco. ama o Vasco e vai realmente transformar esse clube. E eu falo isso na parte estrutural, na parte de potencial financeiro, na parte de fazer realmente uma gestão séria do futebol e para dar muito mais valor à marca Vasco da Gama.”

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