O veloz atacante Adson abriu o jogo sobre a sua intensa montanha-russa emocional desde que assinou contrato com o Vasco. Em um bate-papo exclusivo publicado pelo site esportivo Lance! nesta agitada quarta-feira (01), o meia-atacante detalhou o seu complexo processo de recuperação após um longo período de inatividade forçada e analisou os aspectos mentais que mudaram radicalmente o ambiente de trabalho dentro do clube carioca.
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A virada com Renato Gaúcho e a saída de Diniz no Vasco
Totalmente recuperado e buscando o seu espaço no time titular, o atleta analisou a profunda mudança de postura do elenco após a recente troca de treinadores. Ele comparou o estilo do demitido Fernando Diniz com a energia trazida por Renato Gaúcho para o dia a dia do Vasco:
“Foi muito uma virada mental. O Diniz é um grande profissional, mas a gente precisava mudar a chave. O Renato chegou para reforçar isso, para fazer a gente acreditar mais. Estava faltando confiança”.
O atacante encerrou a sua análise destacando o fator decisivo para a arrancada invicta da equipe no campeonato. Segundo Adson, a diferença fundamental esteve na abordagem emocional adotada pelo novo comandante do Vasco:
“O Diniz tinha um foco mais tático. O Renato trabalha muito o lado mental, a entrega, a vontade. São ótimos treinadores, mas o que mudou foi o pensamento dos jogadores”.
O alto investimento e as fraturas na tíbia no Vasco
O atleta chegou ao Rio de Janeiro no começo do ano de 2024, ainda sob a antiga batuta administrativa da 777 Partners, com o peso de ser um dos investimentos mais caros da SAF. Comprado do Nantes, da França, pela quantia de 5 milhões de euros (aproximadamente R$ 26,8 milhões na época), o jogador chegou sob forte holofote da apaixonada torcida do Vasco. Ele relembrou a empolgação daquele momento:
“Foi muito importante para mim. Eu estava precisando viver isso novamente, em um clube com uma torcida desse tamanho. Fiquei muito feliz com a proposta e não pensei duas vezes. Vim com a ideia de brigar por títulos e estar na parte de cima do Brasileiro”.
Contudo, a busca pela afirmação no Vasco foi brutalmente interrompida pelo departamento médico. No auge da sua forma, Adson sofreu uma fratura gravíssima na tíbia, que o tirou de ação por intermináveis 215 dias. O drama se repetiu em 2025, quando uma nova contusão no mesmo local o obrigou a ficar mais 195 dias em recuperação. Sobre o trauma, ele desabafou com maturidade:
“Nenhum jogador quer se machucar, mas estamos sujeitos a isso”.