O Vasco enfrenta forte resistência nos tribunais desportivos. O clube busca aprovar o seu terceiro plano coletivo de pagamento na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). O prestigiado órgão da CBF analisa uma robusta proposta vascaína. O teto de pagamento sugerido é de R$ 10 milhões por ano até a temporada de 2038.
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Clubes e agentes rejeitam a oferta na CBF
A proposta gerou reações extremamente negativas no mercado da bola. Clubes como fluminense, Santos e Red Bull Bragantino formalizaram manifestações contrárias. O meio empresarial esportivo também se opôs. A Link, agência do empresário André Cury, impugnou a oferta oficial. As empresas OTB e Guadagno Sports seguiram o mesmo caminho.
Os credores acusam o atual plano vascaíno de incentivar a inadimplência. A Link argumenta que o Vasco subordina o pagamento ao êxito esportivo em campo. O escritório Trengrouse Gonçalves Advogados apontou um problema extra no processo. A inserção recente de débitos de R$ 316.610,19 e R$ 1.465.311,01 prejudica drasticamente a divisão financeira do teto anual.
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| Exigências e Críticas das Partes Credoras |
| Redução do Prazo: Exigem o fim do “adimplemento indeterminado” e a redução do prazo de 2038 pela metade. |
| Garantias: Pedem punições em caso de calote, como transfer ban e bloqueios, citando precedente do Corinthians. |
| Juros: Rejeitam a correção da dívida estritamente pelo IPCA e cobram a incidência de juros moratórios. |
| Mercado: Questionam a política agressiva de contratações do clube nas janelas de transferências recentes. |
Justificativas do clube na Câmara de Disputas
A diretoria cruz-maltina protocolou sua defesa técnica em 23 de março. O texto longo foi entregue à relatora Ana Beatriz Macedo. O clube classifica a manobra como etapa final de sua grande reestruturação. As tratativas envolvem acordos com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A conclusão da recuperação deve ocorrer no primeiro semestre de 2026.
O Vasco defende a atualização da dívida apenas pelo IPCA. O clube argumenta a prioridade legal para pagar obrigações fiscais de prazos curtos. A diretoria ressalta que conceder garantias individuais seria injusto dentro da Recuperação Judicial coletiva. O clube reforça que todas as contratações respeitam o orçamento e são vitais para gerar novas receitas.
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