A confirmação da suspensão do presidente Pedrinho agitou profundamente os bastidores esportivos do Vasco nesta semana. O mandatário recebeu uma pena pesada de 15 dias de afastamento determinada pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
A punição administrativa foi consolidada devido ao seu incisivo comportamento institucional e às fortes reclamações contra a equipe de arbitragem após o polêmico empate por 3 a 3 diante do Cruzeiro, em embate acirrado disputado em Minas Gerais, pela tabela oficial do Campeonato Brasileiro.
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Jogos que o presidente do Vasco perderá em abril
A determinação do tribunal desportivo brasileiro tira o ex-jogador de circulação nos momentos de maior tensão da equipe. A partir desta sexta-feira (17), dia em que a punição começa a ter validade oficial em todo o país, o dirigente fica expressamente proibido de marcar presença nas arquibancadas ou camarotes durante as partidas da equipe.
A rígida sanção também impede totalmente o seu acesso ao vestiário antes, no intervalo e após o término dos jogos, além de vetar qualquer deslocamento de viagem ao lado da delegação para os compromissos que o clube tiver como visitante.
A agenda excessivamente apertada fará com que o executivo seja uma sentida ausência em quatro confrontos completamente decisivos no ano. O primeiro grande desfalque nos bastidores ocorre neste sábado (18), no tenso duelo contra o São Paulo pela disputa do Brasileirão.
Na semana seguinte, ele não poderá chefiar a difícil viagem até o Mangueirão para o jogo contra o Paysandu (21), de olho na classificação na Copa do Brasil.
O cruel isolamento das quatro linhas continua no embate contra o Corinthians (26) em Itaquera, e termina oficialmente na partida em casa contra o Olimpia (30), brigando por pontos na Sul-Americana.
Apesar do duro e imediato afastamento dos estádios e da total impossibilidade de estar lado a lado com os jogadores prestando apoio no vestiário, o trabalho administrativo diário nos escritórios da SAF não sofre absolutamente nenhuma alteração jurídica.
O presidente segue liderando as complexas reuniões de negócios e tomando as decisões vitais de gestão em São Januário. O seu aguardado retorno presencial para torcer pelo grupo está programado para acontecer exatamente no grande clássico estadual contra o Flamengo, agendado para o dia 3 de maio, no Maracanã.
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Impacto na rotina da delegação do Vasco e retorno contra rival
A pesada condenação em segunda instância foi motivada pelo incansável recurso da Procuradoria do STJD, que argumentou com firmeza que as críticas do mandatário ultrapassaram os limites aceitáveis do esporte e feriram a integridade do árbitro Lucas Paulo Torezin.
O departamento jurídico do Vasco lutou intensamente no Pleno contestando o prazo extremamente curto fornecido para montar a ampla defesa, argumentando de forma veemente que receberam a intimação em cima da hora na reta final da sexta-feira passada.
Além de apontar a grave falha processual de prazo com as notificações no sistema, os advogados também anexaram uma declaração formal de caráter policial onde o próprio juiz da partida mineira negava categoricamente ter sofrido qualquer ofensa de cunho pessoal pelo cartola na beira de campo. O tribunal ignorou a alegação de defesa e endureceu as punições contra críticas institucionais no esporte.
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