O treinador Renato Gaúcho recebeu uma dura e incontestável condenação esportiva nos tribunais. A Conmebol decidiu de maneira célere suspender oficialmente o comandante do Vasco por exatas três partidas na disputa da fase de grupos da Copa Sul-Americana.
A severa punição disciplinar ocorreu diretamente em virtude da ausência documentada do profissional na viagem da delegação carioca para o primeiro compromisso do torneio e das declarações ríspidas e irônicas disparadas contra a comissão de arbitragem na rodada seguinte do certame.
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Entenda a condenação do treinador do Vasco na confederação
O departamento jurídico chegou a redigir uma extensa defesa formal na tentativa de blindar o técnico de qualquer retaliação, justificando nos autos processuais que ele permaneceu no Rio de Janeiro exclusivamente para focar no treinamento físico e tático dos jogadores titulares.
A estratégia de preservação fez o auxiliar Marcelo Salles comandar a equipe interinamente no empate sem gols contra o Barracas Central, disputado com grande intensidade no estádio Florencio Sola, localizado na capital Buenos Aires, na Argentina. A abstenção física do profissional irritou a alta cúpula da entidade de imediato.
A confederação continental utilizou o artigo 11 do seu rigoroso Código Disciplinar para chancelar o pesado gancho aplicado. O texto jurídico enquadra o comportamento adotado pelo técnico do Vasco como uma violação indiscutível das pautas de respeito mínimo exigidas pela organização, condenando de forma frontal qualquer atitude pública que insulte, deboche ou tente desacreditar o andamento do torneio e os seus respectivos funcionários credenciados para as partidas.
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Declarações polêmicas agravam a situação do comandante
O verdadeiro estopim para a sanção final, no entanto, ocorreu logo após a frustrante derrota por 2 a 1 para o Audax Italiano, do Chile, no gramado de São Januário. Irritado com a marcação de um pênalti extremamente polêmico que prejudicou o esquema do Vasco, o experiente treinador não poupou palavras pesadas na coletiva e ironizou a confederação:
“Eu sempre falei que a prioridade do clube é o Brasileiro. É a prioridade do clube. Eu não viajei, me criticaram, e a Conmebol gritou lá… Será que a Conmebol vai gritar com o árbitro de hoje? Ou vão gritar comigo? A Conmebol tem que estar preocupada com quem vai apitar os jogos. É essa a preocupação da Conmebol (processo)?”
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