A venda do controle do futebol do Vasco ganhou um novo elemento de pressão nos bastidores corporativos. As declarações públicas da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, durante uma entrevista concedida à jornalista Andrea Sadi, na emissora GloboNews, podem ter agilizado os contatos entre a diretoria do clube carioca e a empresa Blue Star.
O grupo gerido pelo empresário Marcos Lamacchia já discute as minutas finais para formalizar a assinatura do memorando de entendimento com a equipe de São Januário, restando apenas o acerto de detalhes finais.
Está pagando caro no seu plano de saúde ou veicular? CLIQUE NA LOGO e utilize o cupom OMEUVASCAO para garantir o seu desconto e uma reavaliação gratuita com as melhores marcas do mercado!
Leia mais:
Disputa com a 777 Carioca e convicção de Pedrinho
O avanço definitivo do negócio vinha enfrentando barreiras devido ao racha jurídico provocado pela ação da 777 Carioca na Justiça. O litígio com a companhia norte-americana fez com que o investidor da Blue Star adotasse uma postura cautelosa, exigindo relatórios detalhados para compreender o andamento de todos os trâmites do processo.
A diretoria do Vasco tenta oferecer garantias contratuais de segurança jurídica para destravar as assinaturas, superando as dúvidas de membros do comando que ainda contestam se o empresário representa o parceiro ideal para a SAF.
Alheio às desconfianças de seus pares de diretoria, o presidente Pedrinho demonstra convicção absoluta de que a parceria com o grupo de Marcos Lamacchia é a melhor saída financeira para o clube cruz-maltino na atualidade.
O mandatário do Vasco tem pressa para concluir os trâmites burocráticos e repassar o comando de 90% das ações antes do reinício do Campeonato Brasileiro. A meta é municiar o diretor de futebol Admar Lopes com recursos para contratações pesadas na janela de transferências de julho, atendendo aos pedidos do técnico Renato Gaúcho.
Venda das ações da SAF ao grupo de Lamacchia se torna cada vez mais realidade – Foto Reprodução-Linkedin/Leandro Amorim-Vasco
Prazos da Blue Star e detalhes contratuais pelo acordo
O próximo passo burocrático da transação societária prevê a assinatura do Memorando de Entendimento (MoU), condicionado a um parecer positivo da análise jurídica feita pelos assessores da empresa Blue Star. O clima nos corredores presidenciais é de amplo otimismo a respeito de um retorno favorável por parte do comprador.
Embora membros da cúpula alimentem a expectativa de sacramentar os papéis ainda nos próximos dias, o entendimento geral é de que este prazo imediato é improvável pelo fato de que a redação final do contrato ainda demandará ajustes de texto entre as partes. O cronograma de trabalho mais realista estipula o fechamento total da transação corporativa até o encerramento da primeira quinzena do mês de junho.
Fontes ligadas aos negociadores relatam que tanto a associação quanto o empresário demonstram pressa para dar celeridade ao processo, respaldados pela avaliação comum de que os impasses financeiros mais complexos da operação de R$ 2 bilhões já foram totalmente equalizados e superados.
Enquanto o processo não chega ao seu passo final, a diretoria do Vasco segue buscando alternativas para manter o fluxo de caixa do clube no azul, e um empréstimo não está fora de cogitação.
🚨 ATUALIZAÇÕES SOBRE A POSSÍVEL VENDA DA SAF DO VASCO 🚨
Na última reunião entre os representantes do Vasco e Marcos Lamacchia, as conversas avançaram. A equipe do possível investidor solicitou alguns documentos para análise jurídica e todo o material já foi entregue.