Aparentemente, o Vasco confirmou as duas primeiras saídas de seu elenco de profissionais antes mesmo da reabertura oficial da janela de transferências. Os volantes Hugo Moura e Tchê Tchê foram liberados pela diretoria de futebol e foram informados de que não terão os seus contratos renovados.
Livre para definir o futuro da carreira, a dupla de meio-campistas já se movimenta nos bastidores e negocia a transferência com outras agremiações do futebol nacional e do exterior.
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Mudanças no meio-campo: a estratégia da diretoria do Vasco
A saída antecipada dos atletas reflete uma postura rígida adotada pelo comitê de futebol para dar uma nova cara ao elenco profissional. A diretoria do Vasco pretende reformular o setor de volantes de forma profunda, abrindo vagas no plantel e aliviando a folha salarial para a chegada de novos perfis de marcação.
A cúpula vascaína entende que o setor de contenção apresentou brechas graves e oscilações táticas que prejudicaram o rendimento da equipe. Por conta disso, o presidente Pedrinho deu aval para os executivos de mercado limparem os contratos vigentes que não fazem parte do planejamento esportivo a longo prazo, mudando os rumos do fluxo de caixa.
Tchê Tchê foi um dos jogadores citados por Torcida Organizada para sair do clube – Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
O histórico e o momento dos atletas na Colina
Hugo Moura vinha sofrendo para se firmar entre os titulares absolutos e sua passagem pelo clube ficou marcada pela falta de padrão técnico nos desarmes, o que acabou minando sua permanência definitiva em São Januário.
O volante não conseguiu engatar uma sequência de apresentações convincentes sob o comando da comissão técnica nas últimas temporadas, perdendo prestígio na hierarquia do plantel nas semanas que antecederam a pausa do calendário.
Tchê Tchê, por sua vez, encerra a sua trajetória no Vasco após perder espaço na rotação principal da equipe e amargar longos períodos no banco de reservas.
O jogador experiente não repetiu as grandes atuações do passado e sua saída é vista internamente como um movimento natural para reestruturar as finanças do futebol cruz-maltino, permitindo que o departamento técnico busque reforços mais jovens para o restante da temporada.