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Nova cobrança! Saiba quanto o Vasco deve para a editora Panini

No entanto, ainda não há informações sobre a origem da dívida

O Vasco terá de incluir mais um débito expressivo em sua planilha de reestruturação financeira. A editora Panini Brasil entrou com um pedido oficial na Justiça para ser incluída na lista de credores do clube carioca.

Conforme apuração trazida a público pelo Blog do Ancelmo, do jornal O Globo, a empresa cobra uma quantia que ultrapassa a marca de R$ 725 mil.

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Habilitação de crédito e trâmite em vara empresarial

A petição foi encaminhada para os juízes da 4ª Vara Empresarial do Rio, setor responsável por acompanhar a recuperação judicial do Vasco. A empresa de figurinhas e os seus advogados solicitam o recebimento de R$ 727.034,56, valor que já foi chancelado por um juiz em instância anterior e obteve a certidão necessária para fazer parte do processo oficial de quitação de dívidas.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre a origem da quebra de contrato ou o fornecimento que gerou esse passivo com a editora.

O departamento jurídico vascaíno trabalha para analisar a certificação do valor enquanto a diretoria administrativa busca manter o controle das finanças do clube social durante a pausa da temporada de 2026.

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Impacto nas finanças e a venda da Vasco SAF

Essa nova pendência jurídica aumenta o volume de dívidas antigas que a gestão do presidente Pedrinho precisa administrar nos bastidores. A cúpula do Vasco tenta acelerar a transição societária e a assinatura do Memorando de Entendimento (MoU) com o empresário Marcos Lamacchia justamente para dar fôlego financeiro à instituição e garantir investimentos pesados no futebol.

Como os repasses da Vasco SAF seguem travados pelo impasse político com os dissidentes da Sempre Vasco, o clube precisa lidar com os processos na 4ª Vara Empresarial de forma cautelosa.

O cumprimento das metas do plano de recuperação judicial é considerado fundamental pelos dirigentes para evitar bloqueios de contas ou penhoras de receitas de patrocínio que prejudiquem a saúde financeira do Gigante da Colina no segundo semestre.

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Conselho Deliberativo terá que aprovar a venda das ações da SAF – Foto: Dikran Sahagian/Vasco

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