Mesmo saindo do Rio de Janeiro com os três pontos na bagagem, o técnico Rogério Ceni não escondeu que o Bahia passou sufoco para segurar o Vasco nesta quarta-feira (11). Em sua análise pós-jogo, o treinador rival admitiu que o Cruzmaltino teve maior volume de jogo e dominou as ações ofensivas na maior parte do tempo.
Contudo, ele fez uma observação pontual sobre o motivo de sua defesa ter suportado a pressão: a ausência do artilheiro vascaíno.
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O peso da ausência do Pirata
Ao ser questionado sobre a postura defensiva de sua equipe, Ceni destacou que o Vasco recorreu muito ao “chuveirinho“, mas sem a eficiência habitual:
“A ausência de Vegetti ajudou, porque cruzaram muita bola na área, e hoje não tinha um jogador como ele.“
A fala reforça o quanto a falta de uma referência de área facilitou o trabalho dos zagueiros adversários, que conseguiram afastar a maioria dos cruzamentos desferidos pelo time de Fernando Diniz.
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Elogios à pressão de São Januário
Rogério Ceni também fez questão de valorizar o triunfo justamente pelo grau de dificuldade de enfrentar o Vasco em seus domínios. Ele classificou o estádio como um “campo hostil” e citou o gramado pesado como um dificultador para a construção de jogadas de ambos os lados.
“São raros os times que vencem aqui. Tiveram maior domínio, mas vamos felizes para casa por causa dos pontos.”
Com o resultado adverso, o Vasco estacionou na 18ª colocação do Brasileirão e agora busca recuperação imediata no próximo sábado (14), contra o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca.
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