“São Januário sempre foi um caldeirão“. A frase, repetida como um mantra pelos vascaínos, está sendo desmentida pela realidade dos números sob o comando de Fernando Diniz. O fator casa, historicamente o fiel da balança para as campanhas do Vasco, desapareceu. Um levantamento estatístico do Lance! sobre os jogos da Série A mostra um cenário de terra arrasada: o treinador acumula mais derrotas do que vitórias atuando diante da torcida.
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Defesa que não passa confiança
Em 17 jogos disputados na elite do Brasileirão na Colina, o time de Diniz sofreu 7 derrotas e venceu apenas 6 vezes. O aproveitamento pífio de 43% em seus domínios é um dos principais responsáveis por colocar a equipe na zona de rebaixamento neste início de 2026. O estádio, que deveria pressionar os adversários, tornou-se um local onde os visitantes jogam confortáveis e pontuam com frequência.
A estatística defensiva é ainda mais cruel. Das 17 partidas analisadas em casa, o Vasco só conseguiu terminar sem sofrer gols em 03 ocasiões. Ou seja, o torcedor vai para o estádio praticamente com a certeza de que o time será vazado. A incapacidade de segurar o resultado, somada à exposição tática, transformou o mando de campo em um fardo para o elenco, que joga sob tensão constante.
Aproveitamento pífio como mandante é mais um ponto negativo de Diniz – Foto: Montagem O Meu Vascão
Contexto de carreira preocupa a torcida do Vasco
Os dados locais apenas confirmam um padrão da carreira do treinador. Em um ranking geral de média de pontos, Diniz aparece em um modesto 90º lugar entre 105 técnicos, com média de 1,48.
Para se ter ideia do tamanho do problema, ele pontua menos na carreira do que ex-treinadores vascaínos muito criticados, como Maurício Barbieri (1,45 – próximo a ele), Lisca (1,57) e Ricardo Sá Pinto (1,60). Contra fatos e matemática, o discurso de “evolução” perde a sustentação.