Se o torcedor saiu de São Januário sem acreditar no que viu, o técnico do Vasco Fernando Diniz também. Na entrevista coletiva após o empate em 1 a 1 com a Chapecoense, o comandante vascaíno definiu o sentimento da noite: frustração pelo resultado, mas orgulho do desempenho.
Para Diniz, o time fez, talvez, sua melhor partida ofensiva sob seu comando. Os números dão razão ao professor: foram 25 finalizações, com 16 delas indo no gol. Um massacre que, infelizmente, não virou goleada.
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“Contra o Santos, chutamos 8 e fizemos 6”
Diniz usou a matemática para mostrar como a noite foi “azarada” (ou incompetente na “hora H“). Ele relembrou goleadas históricas recentes do Vasco para comparar a eficiência:
“Para ter uma ideia, no jogo contra o Santos, que ganhamos de 6 a 0, nós finalizamos oito bolas no gol e fizemos seis gols. […] Hoje a gente finalizou sete [grandes chances] e só fez um gol. É muito raro acontecer isso em jogo de Brasileiro.”
O treinador deixou claro que o time produziu para sair de campo com uma vitória elástica, mas falhou no detalhe final. “A gente não pode permitir perder dois pontos em São Januário do jeito que a gente jogou hoje“, completou.
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Por que tirou o Piton e o Thiago Mendes?
Muita gente chiou com as substituições no segundo tempo, que pareceram desmontar o ritmo do time. Diniz explicou que não teve escolha: o físico pesou.
- Lucas Piton: Saiu porque estava com cãibras.
- Thiago Mendes: Pediu para sair, exausto.
- Nuno Moreira: Também demonstrou cansaço.
A única mexida tática mesmo foi a saída de Brenner (que perdeu gols incríveis) e a entrada de Marino.
Agora, fica a lição amarga: jogar bonito não adianta se a bola não entrar. O Vasco precisa calibrar o pé para o clássico de domingo, porque o desempenho foi de G-4, mas o resultado foi de Z-4.
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