Enquanto Fernando Diniz discute com jornalistas e pede para “comemorar” vitórias esporádicas, a frieza dos números aponta para uma direção perigosa no Vasco. Um estudo divulgado pelo influenciador Gustavo Dias compilou a média de pontos de 105 treinadores (Séries A, B e internacionais) e o resultado é um balde de água fria no torcedor: Diniz ocupa a modesta 90ª posição.
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A lista de quem está na frente de Diniz
O dado mais chocante, porém, são as comparações. Com média de 1,48 pontos na carreira, o atual técnico do Vasco pontua menos do que nomes que a torcida prefere esquecer.
O levantamento mostra que Diniz tem desempenho inferior a treinadores como:
- Ricardo Sá Pinto (1,60)
- Celso Roth (1,51)
- Lisca (1,57)
- Adilson Batista (1,55)
- Zé Ricardo (1,60)
- Ney Franco (1,56)
Se na carreira o número é mediano, no Vasco ele é trágico. A média de pontos de Diniz comandando o Cruz-Maltino cai para 1,32. Se esse número fosse colocado no ranking geral, ele seria o último colocado da lista. Vale lembrar que, na primeira passagem, o aproveitamento foi de 1,25 (4 vitórias, 3 empates e 5 derrotas).
O estudo conclui com um dado que explica a atual presença do time no Z-4 do Brasileirão: nos últimos 10 anos, somando todos os trabalhos (incluindo Seleção Brasileira),
Diniz tem menos de 45% de aproveitamento. É uma pontuação que, historicamente, briga para não cair nos pontos corridos. Contra fatos e matemática, fica difícil argumentar na coletiva.
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Diniz soma mais derrotas que vitórias na elite
A derrota para o Bahia sacramentou uma marca negativa histórica para Fernando Diniz. Agora, o treinador acumula 85 derrotas contra 84 vitórias em sua trajetória no Brasileirão Série A, invertendo a balança de aproveitamento na principal competição do país.
O dado derruba a tese de “desempenho acima do resultado”, expondo a dificuldade crônica do técnico em manter a regularidade em pontos corridos, mesmo com passagens por gigantes do futebol nacional.
Para o torcedor do Vasco, que vê o time entrar na zona de rebaixamento, a estatística soa como um alarme de perigo imediato. O saldo negativo histórico reforça que a instabilidade das equipes de Diniz é um padrão de carreira, e não apenas uma fase ruim ou falta de sorte.
Diante do trauma recente de lutas contra a degola em São Januário, saber que o comandante possui mais reveses do que triunfos na elite torna o discurso de “evolução a longo prazo” cada vez mais difícil de ser aceito pela arquibancada.
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