A torcida do Vasco ficou preocupada com a notícia de que a CBF poderia barrar a venda da SAF para Marcos Lamacchia por ele ser enteado da presidente do Palmeiras. Mas, segundo a análise detalhada do professor José Humberto, do canal Direito Empresarial, o negócio tem tudo para sair — desde que bem explicado.
O especialista destrinchou a Lei da SAF e o regulamento da CBF. O problema é o tal “Artigo 86”, que proíbe parentes de donos de clubes de comprarem outro time na mesma divisão (multipropriedade). Mas o Vasco tem uma carta na manga.
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O Trunfo: Autonomia Financeira (Nada de Crefisa)
O ponto chave para liberar o negócio é provar que não existe Conflito de Interesses. E como se prova isso? Mostrando de onde vem o dinheiro. O professor explicou que Marcos Lamacchia é “totalmente autônomo“. Ele é herdeiro da família que fundou o Banco Real e o Banco Alfa:
“Ele não depende da Crefisa ou da Leila para realizar aportes. Cada um tem sua vida e faz o que quer com seus recursos. Não há conflito financeiro.”
Ou seja: se o dinheiro é dele e ele manda no próprio nariz, o fato de ser enteado da Leila não deveria impedir a compra.
🚨 VASCO AVANÇA NA VENDA DA SAF E VÊ SEGURANÇA JURÍDICA EM NEGOCIAÇÃO COM MARCOS LAMACCHIA
O Vasco da Gama segue firme nas tratativas para a venda da SAF e avalia que há segurança jurídica para avançar com o empresário Marcos Faria Lamacchia. O entendimento interno é de que não… pic.twitter.com/vZLkotl3mb
Apesar de juridicamente possível, o negócio não é isento de risco. O professor José Humberto alertou para um cenário perigoso: os outros clubes. Mesmo se a CBF topar, rivais (como flamengo, fluminense, etc.) podem entrar na justiça questionando a legalidade para “melar” ou atrasar a vida do Vasco:
“Outros clubes poderão questionar essa operação. Isso pode atrasar assinaturas. O investidor não faz negócio com insegurança jurídica.”
Em resumo, o Vasco precisa montar uma defesa jurídica perfeita para provar que a gestão será 100% independente do Palmeiras. Se fizer isso, a SAF sai.