A derrota do Vasco no primeiro clássico de 2026 deixou o técnico Fernando Diniz indignado. O foco da revolta foi a atuação da arbitragem, especificamente no lance que resultou na expulsão de Cauan Barros aos quatro minutos do segundo tempo. Para o treinador, a decisão foi equivocada e determinante para o placar final.
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Defesa do jogador do Vasco
Diniz saiu em defesa de seu atleta e criticou a interpretação de força desproporcional dada pela arbitragem, afirmando que a imagem parada distorceu a realidade do contato:
“É uma expulsão, para mim, ridícula, um negócio sem sentido. Eu sinceramente ainda não consegui entender. O cara está passando, não sei se o Barros tentou dar um ‘totó’ no cara. Não tem nada, não tem força excessiva, risco de lesionar o jogador, nada. Aí tem uma câmera que eles pegam, que para, com a perna da chuteira do Barros perto da panturrilha… Não tem força nenhuma ali, zero. É uma expulsão que condiciona muito o que poderia ser o segundo tempo.”
Diniz critica duramente a expulsão de Cauan Barros em Flamengo 1×0 Vasco:
“Ridícula, sem sentido. Não consigo entender. Não sei se o Barros tentou dar um totó no Carrascal. Não houve força excessiva, risco de lesão ou qualquer outro fator. A expulsão condicionou tudo.” pic.twitter.com/AytsZYhBeV
O treinador do Vasco também demonstrou preocupação com a falta de critério que deve permear as competições nacionais. Ele usou um lance anterior envolvendo Andrés Gómez para ilustrar a incoerência do árbitro:
“Teve um lance um pouco antes no primeiro tempo, com o Andrés Gómez, que o cara chuta no alto, pega no pé dele… eu nem acho esse lance para expulsão, mas esse do Barros foi muito menos. Você vai ver que o campeonato vai acontecer, Carioca e Brasileiro, e o critério não vai ser o mesmo. Um lance como esse não vai acontecer a expulsão. Com aquela contundência ainda, com aquela vontade de expulsar, vai ser muito difícil acontecer.”