A relação entre Paulo Henrique e a massa cruzmaltina atingiu um nível crítico nesta temporada. O lateral-direito foi alvo de intensas reclamações durante a primeira etapa da épica vitória do Vasco sobre o Fluminense no clássico carioca.
O atleta vem sofrendo uma queda drástica de rendimento em comparação ao ano mágico de 2025, época em que atingiu o ápice da carreira e chegou a ser chamado pelo técnico Carlo Ancelotti para atuar pela Seleção Brasileira.
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Críticas pesadas e problema defensivo
O estopim para a redução drástica de paciência ocorreu há algumas semanas, logo após o revés por 2 a 1 diante do Santos, quando integrantes de torcida organizada pressionaram duramente o jogador pela postura amigável demonstrada com o craque Neymar.
A revolta vascaína tomou conta das redes sociais com força total durante o andamento do clássico. Os torcedores apontaram uma enorme involução nas ações de defesa e sentiram a total ausência daquele apoio ofensivo incisivo que o lateral costumava entregar pelo flanco direito.
Os comentários refletiram a grande irritação, com páginas declarando que a atuação remetia a uma criança aprendendo a jogar bola. O atleta foi duramente taxado como o ponto mais vulnerável do sistema de zaga do Vasco da Gama, e uma parcela da arquibancada incluiu nomes como Hugo Moura e Lucas Piton no pacote de jogadores que não estariam à altura do time.
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Choque de realidade e opções em elenco
Para tentar resgatar o alto nível do lateral do Vasco, o experiente Renato Gaúcho decidiu agir de forma enérgica logo em sua chegada. Durante a entrevista coletiva pós-jogo, o comandante detalhou o ultimato motivacional que impôs ao lateral.
O treinador tentou recuperar a confiança perdida questionando diretamente se ele havia esquecido como atuar bem após a brilhante passagem pela equipe nacional:
“Um dos primeiros que eu falei quando cheguei foi o PH. Eu falei: “Cadê aquele jogador que chegou à seleção brasileira? Você desaprendeu? Você não desaprendeu, estou te dando confiança. Quero que você jogue, nos ajude. Você não chegou à toa na seleção. O ano passado você fez um ano maravilhoso, então, você não esqueceu como jogar.”
Aproveitando o gancho, o técnico enviou um forte recado para todos os atletas do sistema defensivo, reforçando que a titularidade não possui cadeira cativa. Ele mencionou nominalmente que conta com excelentes laterais à disposição, citando a briga entre PH e Puma pela direita, assim como Cuiabano e Piton pela ala esquerda.
“Eu tenho quatro bons laterais. Tenho PH e Puma na direita, e Cuiabano e Piton na esquerda. Eu preciso deles todos, nem sempre vão conseguir jogar todos os jogos. Daqui a pouco, eu faço a dobra, como fiz lá contra o Cruzeiro.”
Exigindo foco total de todos os comandados, a equipe agora se prepara para o próximo grande desafio, que acontecerá contra o Grêmio, em Porto Alegre, em duelo válido pela oitava rodada do Brasileirão.
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