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Renato mexe mal, time do Vasco se perde e treinador vive primeira crise de oscilação 

Comandante Cruzmaltino foi criticado pela torcida por suas escolhas nos últimos jogos

A empolgação com o início arrasador do técnico Renato Gaúcho à frente do Vasco deu lugar a uma dura realidade de alerta no Campeonato Brasileiro. O time somou apenas quatro pontos nos últimos doze disputados na tabela, amargando um aproveitamento de 33,3% e confirmando o primeiro momento de oscilação tática no calendário de competições.

A mudança estrutural feita no time a partir da derrota para o Botafogo gerou um enorme desequilíbrio e escancarou velhos defeitos no sistema defensivo da equipe no meio do ano.

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Tática falha e dependência do lado esquerdo

O grande problema do Vasco nasceu com a alteração do posicionamento do jogador Tchê Tchê, que foi deslocado do meio para ocupar o corredor direito do campo de marcação. O volante não conseguiu apresentar uma boa profundidade no apoio ofensivo e deixou um verdadeiro buraco nas suas costas na hora de defender as transições rápidas dos rivais.

O gol que definiu a última derrota na partida contra o Corinthians saiu exatamente em um cruzamento perigoso iniciado pelo setor direito da defesa do Vasco.

Esse improviso no lado direito desequilibrou a equipe e obrigou o time a forçar absolutamente todas as jogadas pelo lado esquerdo do gramado, tornando a criação muito previsível para a marcação. Para piorar o quadro, o lateral Cuiabano sofreu uma queda natural de rendimento nos últimos jogos de futebol e parou de fornecer assistências decisivas aos atacantes.

Mesmo com esse atual declínio de força ofensiva, a lateral esquerda ainda representa a principal jogada trabalhada da agremiação para furar retrancas nos jogos mais truncados.

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A justificativa tática no Vasco para o tropeço

O calcanhar de Aquiles do planejamento carioca continua sendo a fragilidade absurda do seu sistema defensivo, que foi vazado em todos os confrontos disputados pela atual competição nacional e cedeu empates cruciais nos minutos finais dos duelos ocorridos fora de casa. 

Para tentar se defender das pesadas críticas recebidas pela atuação apática na cidade de São Paulo, Renato justificou a ausência do jogador Spinelli entre os titulares com base em aspectos técnicos e assumiu o controle das mexidas: 

“A gente precisava de velocidade para atacar os espaços. E, infelizmente, o Spinelli não tem velocidade. Não adianta colocar um jogador porque ele fez dois gols se ele não vai se encaixar no plano tático.”

No fechamento da entrevista coletiva na sala de imprensa, o experiente treinador do Vasco descartou que a força do estádio rival tenha abalado o lado psicológico de seus atletas no gramado. O gestor preferiu justificar o resultado negativo baseado exclusivamente nos passes precipitados no campo de ataque após a equipe atuar o segundo tempo inteiro em ampla vantagem numérica contra os paulistas: 

“Alguns jogadores se precipitaram em determinadas jogadas em que, de repente, a gente poderia ter trabalhado melhor a bola. Nós pecamos principalmente por isso porque nós nos precipitamos e tomamos decisões erradas.”

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