O mercado da bola promete movimentar os bastidores do Vasco nos próximos meses, mas não apenas com chegadas pontuais. O clube precisará definir a situação contratual do atacante Loide Augusto, uma aquisição que foi bastante criticada e que não rendeu os frutos esperados vestindo a camisa cruzmaltina.
Após acumular atuações abaixo do esperado e deixar uma má impressão, o jogador foi cedido por empréstimo ao Caykur Rizespor, da Turquia, onde tenta reencontrar o seu melhor nível competitivo.
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Baixos números na Europa
A jornada do atleta no exterior, no entanto, segue muito distante do ideal. Segundo um detalhado levantamento usando o site especializado Transfermarkt, o ponta entrou em campo em 14 oportunidades pela equipe turca e passou em branco, sem anotar um único gol, contabilizando somente duas assistências na temporada. O desempenho irregular fez com que ele perdesse a titularidade absoluta.
As estatísticas reforçam a falta de minutagem na equipe do leste europeu. O angolano figura entre os titulares em somente 39% dos compromissos, acumulando 35% do tempo total em campo. Além disso, o seu impacto coletivo é tímido, tendo participado diretamente de apenas 11% dos tentos marcados pelo time, acendendo um sinal de alerta na diretoria do Vasco sobre o seu baixo aproveitamento e desvalorização no mercado.
Loide ainda não marcou pelo Rizespor desde sua estreia – Foto: Estatísticas/O Gol
Fim do vínculo de empréstimo e a posição do Vasco
O contrato temporário do velocista com a instituição estrangeira expira no próximo dia 30 de junho. Caso o direito de compra não seja acionado, o regresso do atacante para o Rio de Janeiro ocorrerá de forma inevitável.
Apesar dessa forte probabilidade contratual, o Vasco não tem o menor interesse em reintegrá-lo ao planejamento da atual comissão técnica, carimbando a sua passagem como um pesado erro de investimento do passado recente.
Como o vínculo definitivo de Loide Augusto com o Vasco se estende até o mês de dezembro do ano de 2027, o departamento de futebol será forçado a buscar rapidamente novas opções de mercado.
O salário do ponta não é considerado baixo e não se alinha ao retorno técnico que ele oferece nas quatro linhas. Para não inflar a folha de pagamentos, a cúpula cruzmaltina prioriza manter o angolano sob a dinâmica de repasses e empréstimos sucessivos até o encerramento do contrato.