A novela sobre a venda do potencial construtivo de São Januário teve uma reviravolta importante nesta sexta-feira (13). O Vasco encerrou o período de exclusividade e preferência que a SOD Capital detinha sobre a operação.
A seguradora, que negociava o ativo desde o ano passado para uso em terrenos na Barra da Tijuca, teve o prazo estendido três vezes, mas não oficializou a compra. Diante do impasse, a diretoria cruzmaltina decidiu abrir concorrência para ouvir propostas de outras empresas.
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Atrasos no cronograma e envolvimento da prefeitura
A decisão visa acelerar um processo que já compromete o calendário do clube. Na teoria, as obras de revitalização deveriam ter sido iniciadas no começo de 2026, com entrega prevista para o ano que vem. O atraso preocupa não só o Vasco, mas também a prefeitura do Rio de Janeiro. Na última semana, o presidente Pedrinho se reuniu com o prefeito Eduardo Paes e representantes de outras seguradoras para apresentar o projeto, antecipando o movimento de saída da SOD.
O início efetivo da reforma depende 100% da entrada dos recursos, estimados em mais de R$ 500 milhões. Enquanto o dinheiro não cai na conta, o acordo alinhavado com o Botafogo para o uso do Estádio Nilton Santos segue em espera, sem data para ser ativado.
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Orçamento salta para R$ 800 milhões
Além da busca por um comprador, o Vasco lida com a readequação financeira do projeto. A estimativa de custo para a reforma, que inicialmente era de R$ 500 milhões, agora gira em torno de R$ 800 milhões. O aumento significativo deve-se à correção dos valores de materiais e serviços da construção civil acumulada nos últimos anos.
Para cobrir esse rombo e tornar a obra sustentável, a diretoria aposta alto na venda dos naming rights da nova arena como principal fonte de receita complementar, embora outras formas de captação de recursos sigam sendo estudadas.
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