A temporada de 2026 promete um Vasco da Gama muito mais ativo e organizado. Após garantir a permanência de peças-chave como o zagueiro Carlos Cuesta (renovado até dezembro deste ano) e, segundo informações recentes, ter resolvido as pendências financeiras que travavam o clube, a diretoria foca em reforços pontuais e de alto nível. O nome que ganhou força nos bastidores é o de Jhon Solís, volante do Girona, da Espanha.
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O perfil que o Vasco procura
A avaliação interna detectou a necessidade urgente de um “autêntico camisa 5“. O objetivo do presidente Pedrinho é trazer alguém que ofereça a “proteção” necessária à linha defensiva, evitando a exposição sofrida no ano passado.
Solís foi identificado como o nome ideal por aliar essa capacidade de marcação com uma “boa saída de bola“, característica fundamental para o esquema tático de Fernando Diniz.
A negociação, reportada pelo jornalista Valentín Furlán, envolve cifras importantes e rivais de peso. O clube espanhol pede 6 milhões de euros (cerca de R$ 38 milhões) para liberar o atleta para o Brasil. Embora o Vasco avalie o montante como “aceitável” diante de sua saúde financeira atual, a diretoria estuda formas de reduzir o valor final.
O maior obstáculo, porém, pode não ser o preço, mas a concorrência. São Paulo e Bahia também demonstraram interesse real no jogador, transformando a contratação em um leilão. O Vasco aposta na agilidade de sua diretoria e no projeto esportivo de redenção para convencer o colombiano a trocar a La Liga por São Januário.