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Vasco SAF: Saiba como o clube pretende usar R$ 90 milhões para agilizar nova venda

Valor milionário é trunfo para manobra jurídica em arbitragem da FGV

O processo de venda da Vasco da Gama SAF para o investidor Marcos Faria Lamacchia entrou em sua etapa definitiva de concretização. Conforme análise técnica do professor José Humberto, especialista em Direito Empresarial, o negócio está sendo finalizado sob sigilo contratual, com a meta de ser oficializado entre março e abril deste ano.

O foco atual das reuniões é a análise do passivo homologado na Recuperação Judicial e a estruturação do Memorando de Entendimento (MoU) entre as partes.

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O papel do Memorando de Entendimento para a Transparência e Gocernança

A assinatura do MoU é o passo jurídico que formaliza o avanço das negociações para a fase pública. Este documento estabelece as obrigações de ambas as partes: o Vasco fica responsável por cumprir os ritos internos de aprovação junto aos conselheiros e sócios, enquanto o investidor formaliza a proposta de aquisição nos termos acordados. É esse papel que dará o suporte legal para que a prioridade de compra seja dada a Lamacchia durante o processo de leilão obrigatório.

Diferente do que ocorreu em negociações passadas, a atual gestão do presidente Pedrinho busca dar maior publicidade aos atos, respeitando os limites do sigilo estratégico. O objetivo é que, ao final do processo, o torcedor tenha clareza de como as dívidas serão pagas e como o novo parceiro, reconhecido pela solidez no mercado financeiro, fará a gestão dos recursos de maneira saudável. O monitoramento jurídico indica que o Vasco está muito próximo de um desfecho positivo para encerrar este capítulo de transição.

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Solução para a arbitragem com a A-CAP

Para evitar que a disputa judicial com a 777 Partners (agora representada pela A-CAP) atrase o novo investimento, o Vasco estuda uma manobra jurídica estratégica. A ideia é que a própria Vasco SAF realize a compra das ações em arbitragem, com valores especulados entre R$ 60 milhões e R$ 90 milhões. Ao retomar essas ações, o clube resolve a pendência jurídica e passa a ter a propriedade total para negociar a SAF por inteiro com o novo investidor.

Essa movimentação é considerada essencial para “limpar” o passivo jurídico e atrair o aporte planejado de R$ 2 bilhões nos próximos cinco anos. Com a posse das ações em mãos, o Vasco consegue acelerar o fechamento do negócio e garantir que os recursos comecem a entrar para custear a folha de pagamento e os investimentos estruturais. A expectativa é que essa engenharia jurídica seja concluída rapidamente para que o clube tenha fôlego financeiro ainda no primeiro semestre de 2026.

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