A reforma de São Januário é o assunto que mais mexe com o imaginário do torcedor cruzmaltino atualmente. Entre a ansiedade pela nova arena e a nostalgia de ver a atual casa ser transformada, o Vasco vive um dilema de bastidores que envolve história e sentimento.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Lucas Pedrosa, existe uma discussão forte dentro do clube para que o fechamento do estádio aconteça apenas em 2027. O motivo é nobre: realizar um grande jogo de despedida no ano do centenário da Colina Histórica.
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A ideia debatida pela diretoria tem um peso simbólico gigantesco. Inaugurado em 21 de abril de 1927, São Januário completará 100 anos no próximo ano. Para muitos conselheiros e dirigentes, seria “poético” e justo que o estádio, construído com o suor e a doação dos torcedores na década de 20, pudesse celebrar seu aniversário em pleno funcionamento antes de fechar as portas para a modernização.
O plano seria manter o Caldeirão ativo durante toda a temporada de 2026 e o início de 2027, culminando em uma festa de despedida histórica em abril. Seria o “último ato” de São Januário como o conhecemos, permitindo que várias gerações de vascaínos se despeçam das arquibancadas de cimento que viram tantas glórias, antes de dar lugar a uma arena moderna e ampliada para mais de 50 mil pessoas.
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Como o potencial construtivo do Vasco pode mudar esse plano?
Apesar do desejo romântico de esperar o centenário, o pragmatismo pode antecipar as máquinas. A variável que controla esse cronograma é o famoso potencial construtivo. Se a venda desses direitos for assinada e concretizada ainda neste ano de 2026, o Vasco terá o dinheiro em mãos para iniciar a obra imediatamente.
Nesse cenário, surge a pergunta: o clube pode se dar ao luxo de esperar? Manter o recurso parado e adiar a modernização por um ano pode encarecer o projeto. Pedrosa alerta que, “se o potencial construtivo for assinado, pode iniciar esse ano”. Ou seja, a torcida vive um misto de expectativa: torce para o dinheiro sair logo, mas já prepara o coração para uma possível despedida antecipada de sua casa, talvez antes mesmo da festa de 100 anos.
O certo é que, seja em 2026 ou 2027, o Vasco está determinado a transformar São Januário, respeitando sua história, mas olhando para o futuro.
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