A blindagem jurídica do clube carioca provou a sua enorme eficácia em um momento de extrema tensão nos movimentados bastidores. O Vasco obteve uma vitória crucial na Justiça ao conseguir derrubar a penhora de 10 mil ações da sua SAF, eliminando um pesado entrave burocrático que assustava os potenciais compradores da empresa.
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Dívida advocatícia e risco iminente
O advogado José Humberto utilizou o seu canal esportivo no YouTube para detalhar os trâmites do processo legal e o papel decisivo da Recuperação Judicial na proteção do valioso patrimônio cruzmaltino. O especialista cravou o alívio imediato para os torcedores vascaínos:
“Não impedirá a venda do Vasco por esse motivo.”
O perigoso bloqueio judicial das ações ocorreu devido a uma dura ação de execução movida por um escritório de advocacia parceiro da instituição esportiva. O valor cobrado atinge a expressiva casa dos R$ 3,5 milhões em honorários por serviços prestados na complexa estruturação da própria empresa.
A juíza competente havia deferido a penhora dos bens móveis, gerando enorme preocupação interna sobre a continuidade das difíceis negociações com os investidores estrangeiros. O jurista explicou o peso da decisão para a sobrevivência do negócio:
“Quem salvou tudo isso foi a RJ homologada pelo Vasco.”
⚖️ Decisão judicial mantém a execução do escritório Andrade Filgueiras, que atuou na defesa de Jorge Salgado e do CRVG, cobrando cerca de R$ 3,5 milhões. A Justiça também manteve a penhora de ações da Vasco SAF, de propriedade do CRVG associativo.
A grande virada de jogo cruzmaltina baseou-se inteiramente na interpretação da Lei de Recuperação Judicial nos tribunais superiores do país. O entendimento legal confirmou que os créditos constituídos antes do deferimento da proteção financeira devem necessariamente integrar o plano geral de pagamentos da equipe carioca.
Com isso consolidado, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro transferiu a competência da cobrança e anulou prontamente os bloqueios anteriores. O professor resumiu o positivo desfecho processual para a torcida:
“A juíza determinou a desconstituição da penhora retirando bloqueio sobre essas ações.”
⚖️ JUSTIÇA LIBERA AÇÕES DA VASCO SAF EM PROCESSO DE COBRANÇA
Uma decisão da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro determinou o levantamento da penhora sobre ações de classe “A” da Vasco SAF que pertencem ao Club de Regatas Vasco da Gama.
— Podcast Cruzmaltino (@PodCruzmaltino) March 9, 2026
Fila para credores e novos entraves
O escritório de advocacia derrotado precisará agora habilitar o crédito de R$ 3,5 milhões dentro do processo principal da Recuperação Judicial, aguardando pacientemente o pagamento conforme os prazos estipulados no longo acordo coletivo.
A rápida resolução deste problema imediato permite que o departamento de futebol foque todas as suas energias nas próximas etapas da complexa venda acionária.
O tortuoso caminho até a assinatura final de contrato ainda exige a custosa costura de um acordo na arbitragem contra a antiga gestora 777 Partners e a adequação total às regras rigorosas do fair play financeiro exigido no mercado esportivo brasileiro.