O telefone do departamento de futebol do Vasco não para de tocar, mas nem todas as chamadas terminam em “sim”. O clube carioca foi alvo de uma investida do Beşiktaş, da Turquia, que tentou contratar o lateral-esquerdo Lucas Piton. A proposta foi oficial: 4 milhões de euros (cerca de R$ 26 milhões). A resposta vascaína foi categórica: recusada.
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Valorização do ativo
Para a diretoria do Vasco, vender seu titular por esse preço seria um mau negócio. Piton é visto como um ativo valorizado: tem 25 anos, é um dos laterais com melhores números de participação em gols no Brasil e, crucialmente, possui cidadania italiana.
Esse documento é um “cheque em branco” na Europa, permitindo que ele jogue como comunitário, sem preencher vaga de estrangeiro. Por isso, o Vasco avisou: só conversa se a oferta for “bem acima” dos 4 milhões de euros oferecidos.
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Mudanças na lateral
A rigidez na negociação de Piton tem outro motivo forte: a iminente saída de Leandrinho. O lateral reserva, cria da base, pediu para sair em busca de mais oportunidades e teve sua venda aceita para o Al Sharjah (Emirados Árabes).
Com a perda do suplente, liberar o titular seria um risco gigantesco para o técnico Fernando Diniz. Vale lembrar que, na última temporada, o lateral-direito Puma Rodríguez muitas vezes teve que ser improvisado na esquerda para cobrir buracos. O Vasco sabe que precisará repor a saída de Leandrinho, mas vender Piton barato obrigaria uma reformulação total e cara de um setor vital do time.
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