O empresário Marcos Faria Lamacchia pretende separar o investimento da compra da Vasco SAF em quatro potes distintos para evitar a desorganização das contas. O planejamento separa o dinheiro exclusivo para reforços do futebol do montante destinado ao fluxo de caixa e ao pagamento da dívida.
O fundo também reservou entre R$ 100 milhões e R$ 120 milhões para transformar o centro de treinamentos na estrutura mais moderna do continente.
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Reciclagem de valores protege futebol da Vasco SAF agora
A proposta garante que qualquer receita gerada por vendas de atletas será reinvestida diretamente no departamento esportivo. No modelo de contrato apresentado, o dinheiro de uma transferência milionária não poderá ser desviado para pagar dívidas cíveis ou trabalhistas. Essa blindagem financeira é um dos pontos que mais agradam o presidente Pedrinho na estruturação da Vasco SAF para os próximos anos.
Outra exigência pesada do investidor é a proteção contra a política interna através do poder de veto no conselho. O grupo de Marcos Lamacchia poderá vetar nomes indicados pelo associativo para garantir que apenas perfis técnicos ocupem as cadeiras de decisão. O medo de interferência externa de agentes políticos fez com que essa cláusula de autonomia total se tornasse inegociável para a Vasco SAF fechar o acordo.
Outro grupo interessado monitora Vasco SAF mas não formaliza proposta
Apesar de um segundo fundo brasileiro ter trocado documentos e demonstrado interesse, nenhuma oferta concreta foi apresentada desde dezembro. O único projeto oficial na mesa é o de Marcos Lamacchia, que já conta com o apoio da atual gestão. O mandatário corre contra o tempo para unificar o discurso interno e evitar que a demora prejudique o planejamento da Vasco SAF na próxima janela.
A transição começará imediatamente após a aprovação do memorando de entendimento pelos conselheiros e sócios. A clareza sobre o pagamento da dívida, que deve ser reduzida para R$ 700 milhões após auditorias, traz uma segurança maior para o investidor. O futuro da SAF Vascaína depende agora da velocidade dos trâmites políticos para que o aporte financeiro comece a transformar a realidade do clube.