Apesar do forte assédio internacional e da inclinação do staff em aceitar a proposta inglesa, o Vasco ainda não se deu por vencido. Nos bastidores de São Januário, a diretoria e a comissão técnica deflagraram uma operação para tentar convencer o atacante Rayan de que o melhor passo para sua carreira não é sair agora, mas sim permanecer no clube que o formou por mais algum tempo.
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O projeto “Prateleira de Cima”
Segundo apuração do UOL, o Vasco tenta mostrar ao atleta e seus empresários que a pressa é inimiga da perfeição. O entendimento interno é de que, se Rayan ficar e disputar a temporada 2026 pelo Cruz-Maltino, ele inevitavelmente chegará à Seleção Brasileira, o que mudaria seu patamar global.
O argumento do clube é claro: em vez de ir para o Bournemouth (time médio da Inglaterra), Rayan poderia esperar janelas futuras para se transferir diretamente para um gigante europeu, uma equipe da “prateleira de cima”, chegando com outro status e mais valorizado.
Para o Vasco, o jovem tem potencial para “alçar voos mais altos” do que a luta no meio da tabela inglesa. A ideia é valorizá-lo ainda mais esportivamente e financeiramente antes do adeus definitivo.
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A resistência de Diniz e o contrato
A principal voz dessa resistência é Fernando Diniz. O treinador assumiu a missão de aconselhar o jovem de 19 anos, usando uma abordagem paternal:
“Não acho que é o momento dele sair (…) Se fosse meu filho, diria para jamais sair do Vasco nesse momento. Acho que ele merece ficar no Vasco e o Vasco merece que ele fique.”
Além do convencimento, o Vasco tem a caneta na mão. O clube detém 60% dos direitos econômicos e a decisão final. A diretoria já avisou que só aceita conversar se os valores atingirem cifras irrecusáveis (próximas de 50 milhões de euros com metas, algo em torno de (R$ 311 milhões).
Qualquer coisa abaixo disso será recusada, mantendo viva a esperança da torcida de ver o “Cria da Barreira” brilhar mais um pouco na Colina.
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