A operação para aliviar a folha salarial do Vasco com a saída de David esbarrou na burocracia contratual. O diretor Admar Lopes já confirmou o “sim” do Vasco à proposta do Vitória, que envolve um empréstimo com o pagamento integral dos salários pelo time baiano e uma opção de compra de 1,5 milhão de euros (R$ 9,4 milhões).
Porém, a caneta ainda não foi ao papel por causa das exigências do empresário André Cury.
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A discórdia dos “sete jogos”
O representante de David colocou na mesa condições que o Vitória reluta em aceitar. Cury quer garantir um vínculo de dois anos para seu cliente e, mais polêmico ainda, uma cláusula que obrigue o Vitória a comprar o jogador em definitivo se ele atuar em sete partidas.
Para o clube de Salvador, essa meta é muito baixa e transforma a “opção” de compra praticamente em uma venda casada obrigatória. O impasse travou a transferência momentaneamente.
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Vasco aguarda e busca reposição
O interesse do Vasco é resolver isso rápido. David é reserva, mas recebe como titular, e sua saída é fundamental para abrir orçamento. O clube já monitora o mercado em busca de um centroavante veloz para compor o elenco, função que também pode ser feita pelo recém-chegado Johan Rojas.
A data-chave agora é o dia 16, quando o presidente do Vitória, Fabio Mota, retorna de viagem para tentar destravar o acordo com o agente.
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