A novela para a chegada de um novo investidor forte na SAF encontrou um obstáculo burocrático — e ele tem nome e sobrenome ligado a um rival. A CBF sinalizou ao Vasco que a venda da SAF para Marco Lamacchia pode ser barrada pelas novas regras de Fair Play Financeiro. O motivo? Ele é enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras.
O aviso foi informal, mas o recado foi claro: a entidade está de olho e pode considerar isso um conflito de interesses, já que a mesma “família” teria influência em dois clubes da Série A.
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A regra é clara (ou quase)
O regulamento da CBF para 2026 diz que uma pessoa não pode controlar dois clubes na mesma divisão. A proibição vale para parentes próximos como filhos, irmãos e cônjuges. A “pegadinha” jurídica é que a CBF entende que enteado é igual a filho nesse contexto.
- O Risco: Se o Vasco vender a SAF para ele e a CBF vetar depois, o clube teria apenas 30 dias para desfazer o negócio ou arrumar outra solução. Uma dor de cabeça que ninguém quer.
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Vasco paga para ver e faz exigências
Mesmo com o alerta, o Vasco não desistiu. A diretoria continua conversando com Lamacchia e seu fundo Blue Star. Eles acreditam que dá para debater essa interpretação lá na frente. O ritmo das conversas diminuiu em janeiro, mas o negócio não morreu.
O mais importante, porém, é que o Vasco definiu o que quer de QUALQUER comprador (seja o Lamacchia ou outro):
- Pagar a conta: Assumir a Recuperação Judicial.
- Obras: Investir grana alta em CTs (profissional e base).
- Ganhar: Metas esportivas obrigatórias. Se o time for mal, o dono paga multa.
A novela da SAF ganha um capítulo de “Casos de Família“, mas a diretoria garante que está protegendo os interesses do Cruzmaltino acima de tudo.
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