O empresário Marcos Faria Lamacchia deve assinar o Memorando de Entendimento para a aquisição da Vasco SAF até a próxima semana, no Rio de Janeiro. A apuração do jornalista Lucas Pedrosaindica que o documento será submetido ao escrutínio dos sócios e conselheiros logo após a formalização. Se o texto for aprovado pela Assembleia Geral, o processo de venda seguirá para os trâmites finais de transição.
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Contudo, um conflito interno no grupo Sempre Vasco ameaça a velocidade do negócio e gera desgaste para o presidente Pedrinho. Alguns integrantes que estiveram envolvidos na venda para a 777 Partners estão incomodados com as investigações lideradas pela atual gestão. O clima de desconfiança cresceu após o mandatário dar total liberdade para a comissão apurar fatos que citam nomes de aliados políticos.
As críticas ao novo contrato da Vasco SAF também passam por questões de poder dentro do conselho administrativo. O grupo de Marcos Lamacchia terá o direito de vetar o nome indicado pelo clube associativo para a cadeira de conselheiro, o que fere a autonomia pretendida por uma ala da diretoria. Os opositores ao negócio tentam adiar qualquer decisão oficial para o período pós-eleitoral.
Rumores internos indicam que o clima na Sempre Vasco não é bom há algum tempo. Há um descontentamento interno, liderado pelo ex-vice-presidente geral, Paulinho Salomão.
Salomão fez um forte desabafo e se mostrou contrário aos rumos que a gestão está… pic.twitter.com/3jbRvPX38e
— ✠Estagiário do VASCO✠ (@EstagiarioVasco) May 2, 2026
Pedrinho mantém foco e venda da Vasco SAF entra em reta final
Mesmo com a pressão política e o risco de perder apoio, o mandatário segue empenhado em concretizar a transferência do controle acionário. O presidente Pedrinho entende que o clube precisa de segurança financeira imediata para seguir competitiva no mercado. Os próximos quinze dias prometem ser os mais intensos da atual administração, com reuniões decisivas marcadas para selar o acordo definitivo.
A transparência do processo será testada quando os detalhes do memorando chegarem às mãos dos sócios e dos conselheiros. Caso o racha político não seja estancado, o projeto da SAF pode enfrentar obstáculos jurídicos e burocráticos nos conselhos superiores. A gestão corre contra o tempo para unificar o discurso e apresentar um modelo de negócio que garanta o futuro do clube.